domingo, 3 de julho de 2011

O ciúme é uma forma de amor?


O ciúme é um sentimento inerente ao ser humano, mas não deve ultrapassar o limite do permitido numa relação. O normal em um relacionamento é que o ciúme agregue preocupação e proteção à outra pessoa. Muitos acreditam que apesar de ser negativo, o sentimento é de grande importância. Afinal, a ausência do ciúme também é preocupante, pois pode ser um indício de que o amor está se perdendo.


No código internacional de doenças CID-10 e no DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais – Quarta Edição, o ciúme é classificado como transtorno delirante na subdivisão de ciúme.
O desejo desenfreado de controle e dominação, especialmente de ter a posse da outra metade, pode denotar uma patologia e se identificada desde o início, pode evitar uma série de percalços pelo caminho. Há como os casais evitarem muitos dissabores na relação, mas para isso é preciso que ambos fiquem atentos a pequenos sinais ou a sua própria história amorosa.
O (a) companheiro(a) que já tenha passado por experiência da traição no relacionamento passado, certamente trará consigo mais desconfianças e temerá sofrer novamente na relação atual.
Se houver inclinação para o ciúme exagerado evoluir para uma patologia, viverá numa eterna tortura pessoal, tudo em função de sua compulsão. Cabe ao casal enfrentar a situação de forma unida e jamais dar margens a desconfianças.
O desencadeia desde a agressividade simples (verbal), podendo partir para a agressividade bruta ou corporal. Quem desenvolve esse tipo de ciúme, muitas vezes, tem desestrutura do ego, em função de baixa auto-estima e autoconfiança extremamente comprometidas.
O exagero no ciúme também pode ter origem de uma patologia psicológica Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Gerando conflitos internos como, por exemplo, achar que está sendo traído. Mediante esse comportamento, começar a perseguir sua companheira (o) e desenvolver compulsão pela averiguação da traição ou não.
O ciúme no amor tende a ser mais normal e controlável, indo a índices aceitáveis de controle e adaptação (no caso da perda). Já na paixão, o ciúme é perigoso e descontrolado. Não possui bases para o diálogo e pode se tornar, em alguns casos, letal.
Em função dessa atitude, pode desencadear um comportamento de agressividade, envolver rivais imaginários, agir de maneira irracional e realizar atitudes impensadas, podendo gerar conseqüências drásticas.
No ciúme considerado normal, há uma intenção consciente, existe o diálogo, sobriedade e principalmente, segurança. Já no ciúme patológico, há desejos inconscientes, como raiva, vingança e até sentimentos de revolta, humilhação e insegurança. Motivados pelo complexo de inferioridade, pode desencadear atitudes extremas, chamadas de crimes passionais.


Fonte: Psicólogo Alexandre Bez especialista em relacionamentos, ansiedade e síndrome do pânico.

Como melhorar a vida a dois sem discutir a relação.

Antes de dizer que os homens fogem da raia na hora de passar o relacionamento a limpo, aprenda outras formas de abrir espaço para o entendimento.

Existem segredos valiosos para melhorar a comunicação do casal. O primeiro é jamais fazer aquilo em que nós, mulheres, somos mestres: chamar o outro para discutir a relação.

"Não transforme a conversa em um grande acontecimento", aconselha o analista de comportamento Roberto Banaco, professor da PUC de São Paulo e coordenador pedagógico do Instituto Paradigma. Segundo ele, isso pode aterrorizar o companheiro, que imediatamente vai acionar suas defesas. Como resolver, então? Empurrando os problemas para debaixo do tapete? Não, mas aprendendo novas formas de abordá-los.

Na opinião do especialista, o ideal é resolver um problema de cada vez, de preferência na hora em que ele surgir. Tente compreender o outro lado, pergunte se for necessário e desfaça mal-entendidos antes de reagir com indignação a qualquer coisa. "Nem sempre é o caso de usar palavras", ensina a terapeuta cognitiva Maria das Graças de Oliveira. "O seu modo de agir ou o silêncio também podem ser eloqüentes", diz ela. Então, em vez de reclamar mil vezes do mesmo assunto, tente não se manifestar quando a situação tensa ocorrer. Em algum momento, o parceiro acabará sentindo falta da sua intervenção. A conversa surgirá de forma mais natural e ele estará desarmado para ouvi-la.O sexo pode ser outro bom recurso ainda que, como lembra a terapeuta, "diferentemente do homem, a mulher não costuma sentir desejo se está magoada". Sua recusa é um modo de expressar seu desconforto. "Mas não raro a intimidade proporcionada pelo sexo ajuda a resolver algumas questões sem mais complicação", sugere ela.

10 dicas para não se casar com a pessoa errada.


Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.


2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?


3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.


4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.


5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.


6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"


7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.


8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.


9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.


10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.

Homens sofrem mais em relacionamentos conturbados. Será?


Essa é de deixar a mulherada boquiaberta. Um estudo publicado na edição de junho do Journal of Health and Social Behavior afirma que os homens são os mais vulneráveis e os que mais sofrem com a montanha-russa de emoções envolvidas em um relacionamento amoroso. Os altos e baixos de um namoro podem causar fortes estragos emocionais neles. Foram pesquisados mil rapazes solteiros entre 18 e 23 anos. Por isso, aquela indiferença e aquela cara de “não tô nem aí” podem ser apenas fachada, um mecanismo de defesa para disfarçar o sofrimento.
De acordo com os pesquisadores, a explicação é que, para esses rapazes, as parceiras são a principal fonte de intimidade. É para elas, e só para elas, que eles baixam a guarda e abrem o seu coração. Portanto, quando o namoro passa por turbulências, eles sentem-se perdidos e expostos. Já as mulheres estariam acostumadas a desabafar com familiares e amigos.
A pesquisa concluiu também que, enquanto os homens se preocupam mais com a qualidade da relação amorosa, as mulheres mostram-se mais afetadas emocionalmente quando pensam se estão ou não namorando, além de sofrerem mais quando o relacionamento termina. Desconfio de que ainda serão necessários muitos estudos para decifrar o misterioso mundo das relações amorosas. Mas já é um começo.

sábado, 2 de julho de 2011




(o vídeo do Youtube é bobo, mas a música é boa…)
“Pois meu maior defeito é insistir
Que ele é perfeito,
Que é pura crueldade pedir pra ele mudar
Nem luz, nem espelho,
Nem olhos pra enxergar
Acho que sou alguém
Que nunca vai mudar…”
É extremamente difícil, pra maior parte das pessoas, admitir que tem algum problema, qualquer um. Dos mais simples, aos mais extremos. Geralmente, toda a ação ruim é consequência de alguma outra ação, de terceiros, obviamente, que ocasionou qualquer tipo de exacerbação. A grosseria, a ignorância, o fato de ter perdido a cabeça numa situação simples é completamente justificável, sempre, sem qualquer parcela de culpa própria. Os desequilibrados são sempre os outros, os sem razão, sempre os outros.  Muitas pessoas admitiem que exageraram, mas nunca dizem que também tiveram aquela culpa no cartório, que a traição ou a briga homérica também foi consequência de algum erro próprio, anterior a todo o caos que se sucedeu.
Gostamos der pensar que somos imutáveis. Gostamos de ter sempre a razão sobre coisas que até sabemos, lá no fundo, que estamos fazendo de um jeito completamente torto, mas é o NOSSO jeito. Não importa quantos sejam os argumentos, as lágrimas, as justificativas, estamos lá, impassíveis. Para que afinal assumirmos uma culpa que nem sequer foi nossa? Ou melhor, que foi nossa, mas que só aconteceu porque o erro maior foi DO OUTRO?
Num relacionamento, NADA, em absoluto, acontece por acaso. Duvido que existam mulheres que não saibam que são traídas, por exemplo, ou homens que não saibam que estão magoando uma mulher. Duvido que alguém de fato desconheça algo que aconteça bem debaixo do próprio nariz. É que geralmente é muito mais fácil agir assim que pensar que também temos nossas parcelas de culpa, como já diria o Pequeno Príncipe, “somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos.” Quando uma briga acontece prefiro pensar que ninguém está completamente certo ou errado, porque, de fato, não está.
Quem busca razão em todas as situações acaba magoando o outro por ser cego; parece que nada, nem o amor, supera à logica. É o egoísmo agindo no lugar de outros sentimentos mais nobres que deveriam existir.

um toque de mágica.


Lembrei de uma coisa que eu sempre acreditei ser a mais importante nos relacionamentos: a admiração. Para um namoro, um casamento, um noivado ou qualquer relação que seja funcionar corretamente, deve haver um encantamento mútuo de um pelo outro. Mútuo e consciente. Não adianta você achar mil coisas sobre quem está ali ao seu lado, todos os dias, e não demonstrar. São nos pequenos gestos que estão as grandes coisas. E nenhum amor dura sem carinho, sem atenção, sem um desejar o outro por aquilo que ele é – e não por aquilo que ele gostaria que seja. Nada é pior para um relacionamento que ser repreendido a cada 30 segundos; o fato de você se sentir inadequada para alguém. A fórmula para os romances eternos, além do amor, é claro, é esse lance de querer que a pessoa seja feliz independente da sua própria felicidade. Se ela gosta de pagode, que seja. Por ela você iria até na lua, porque olhar para essa pessoa feliz te faz feliz.  Tento explicar isso para quase todas as pessoas que reclamam do seu namoro, tento explicar isso no meu próprio namoro, mas é complicado. A admiração é algo que vem inerente ao tipo de amor que se vive, porque apesar de tudo, o amor, tem sim, suas caras.
Acho que o amor maduro tem esse jeito de eternidade, mesmo que não seja. Essa cara de tranquilidade, mesmo que apavore. Esse sabor de novidade, mesmo que seja velho. E assim se levam, dias e dias, se reapaixonando pelo outro cada vez mais, simplesmente por ele ser exatamente aquilo que é. Não adianta proibir, não adianta reclamar, não adianta discutir; tem que ouvir. Perceber. Se perceber. Se completar. Não por ser incompleto, mas porque quer ser muito mais e melhor daquilo que é para o outro. Tudo que se torna obrigação, é ruim. Rotina, é ruim. Relacionar-se é a parte mais complicada (e também mais essencial) das nossas vidas. E às vezes amar cansa. Porque o outro não sabe sentir.
E se perde por não querer se encontrar.

Boas maneiras em um encontro: Não seja pontual, vista-se apropriadamente e deixe o homem pagar.


Primeiros encontros causam sempre ansiedade. Geralmente, isso é algo bom: o frio na barriga é um sentimento maravilhoso e um indicador que você está se preparando para algo especial. Por outro lado, não é bom estar nervosa em um primeiro encontro.
O melhor jeito de controlar o nervosismo é uma preparação perfeita. E tem melhor jeito de se preparar do que saber o que os solteiros consideram boas maneiras no primeiro encontro? Vejam algumas dicas a seguir:

4 regras de boas maneiras em um encontro
  • Boas maneiras em encontros: deixe o homem pagar a conta: Existem situações onde solteiros devem ser mais modernos e existem situações em que devem ser tradicionais. O primeiro encontro, claro, conta como um teste. O engraçado é que homens estão mais dispostos a pagar do que as mulheres em aceitar: 30% dos homens acreditam que devem pagar a conta no primeiro encontro, enquanto apenas 10% das mulheres pensam o mesmo. 56% das mulheres insistem em dividir a conta. A maneira mais diplomática (e romântica) para acabar com este impasse é o homem pagar esta conta e dizer à mulher que ela pode pagar da próxima vez. Surpreendentemente pessoas com menos de 25 anos são mais tradicionais sobre a divisão da conta no primeiro encontro.
  • Boas maneiras em encontros: esteja um pouco atrasada: Obviamente, dar o cano em um primeiro encontro é imperdoável. Mas isso não significa que você deve ser extremamente pontual. Mais de 80% dos solteiros não se importariam se a pessoa estivesse atrasada para o encontro. Na verdade, 69% dizem que ficariam aliviados se a pessoa apenas aparecesse! Entretanto, cuidado com as atitudes diferentes de grupos etários: pessoas com mais de 55 anos reclamam mais do atraso.
  • Boas maneiras em encontros: Vista-se apropriadamente: O que vestir no primeiro encontro depende de várias coisas, principalmente da hora e local. O mais importante é lembrar que a roupa importa – e que é quase que impossível saber se a outra pessoa gostou da sua escolha. Apenas 15% dos solteiros diriam o que realmente acham da sua escolha no primeiro encontro.
  • Boas maneiras em encontros: Seja flexível: Lembre-se que o primeiro encontro é sobre conhecer alguém em um ambiente tranquilo. Você não quer se forçar a fazer algo que não gosta, mas isso não significa que tudo deve ser do seu jeito. A maioria dos solteiros ficam felizes com sugestões, mesmo se não é exatamente o que eles escolheriam. Quase ¾ das solteiras iriam ver um filme que não é exatamente do seu gosto, e mais da metade dos homens também fariam o mesmo. No geral, as mulheres são mais flexíveis que os homens, mas mulheres com menos de 25 anos estão menos dispostas a ver um filme que não queiram.



Sabe o que mata um amor de verdade? O orgulho. Até onde vai o teu?


Por quantas vezes você teve uma briga boba, e deixou que uma reconciliação fosse feita pelo fato de o orgulho falar mais alto dentro de você? Tenho certeza que inúmeras vezes... Afinal, ninguém é perfeito e todos temos aquele orgulho guardado dentro de cada um de nós. Mas, do que adianta termos esse sentimento de superioridade pessoal perante os outros? O problema não é apenas esse sentimento chamado orgulho, mas sim, o descontrole dos teus efeitos. Pense bem antes de usar esse sentimento.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O que é o amor?


"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos"


"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente"


"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está do gosto dele"


"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda"


"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não"


"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro"


"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor"

Como saber que acabou?

''É muito difícil identificar que um relacionamento acabou. E quanto maior o tempo juntos, mais difícil se torna. É doloroso perceber que algo em que foi depositado tanto esforço, energia e empenho simplesmente não existe mais. É difícil assumir um fracasso e por isso os sinais ficam tão escondidos.''

Muitas pessoas fingem que não enxergam e não assumem que não existe mais um relacionamento saudável e feliz, tentam viver com esse sentimento achando que é algo temporário, uma fase ruim que vai passar. Apenas quando um fato real acontece é que caem em si de que o amor, a paixão, o carinho e, às vezes, até o respeito acabaram. Nada pior do que permitir que um sentimento que foi tão bom um dia acabe em ódio, raiva. É muito melhor utilizar a honestidade, o diálogo e terminar mantendo uma amizade.

O melhor e o pior da vida a dois.



Sabemos que às vezes as coisas podem dar errado. E se isso acontece, é inevitável pedir socorro aos amigos e parentes mais próximos. Mas se você, com tudo isso, ainda se sente perdido, nós temos uma solução e faremos o possível não somente para te ajudar, mas acima de tudo, mostrar uma saída, quando até mesmo estivermos pensando que, a mesma não existe. Contamos com vocês, amigos e leitores, para fazer isso dar certo e ajudarmos uns aos outros.